"Somos como águias enjauladas; mas mesmo por detrás das grades podemos olhar os céus expansivos e extrair inspiração de uma estrela." Pensamentos para aspirantes- Sri Ram

Presépio


Ao passo que textos de tantas civilizações são tidos como mitos fantasiosos, porque é que se olha para os textos bíblicos como evidências históricas?

Foto de: Pedro
In: Olhares

Jesus nasceu no dia 24 de Dezembro? É mais que provável que não.
Jesus nasceu numa manjedoura ou numa gruta? É mais que provável que não.
Reis, Pastores vieram ao seu encontro e uma estrela brilhou no céu? Não.

Mas isso não é o importante.

Blavatsky disse-nos que qualquer religião deve ser estudada sob 3 aspectos: o mítico, o histórico e o místico. Assim sendo, um símbolo não deve ser adorado como um facto e da mesma maneira que alguém não fica abraçado à porta de casa quando no interior da casa está o familiar que vai visitar, assim o discípulo não deve ficar abraçado a um símbolo quando este é somente uma porta para uma verdade interna.

O símbolo do presépio vela a verdade sobre a Primeira Iniciação, sobre o primeiro nascimento após uma longa senda que está aberta a toda a humanidade mas que somente muito poucos a trilham.

Se o leitor retirar as cadeias o fanatismo e com uma atitude eclética investigar o nascimento de todos os salvadores das religiões antigas, tendo em conta a diferença dos símbolos, verá o mesmo denominador comum.

Será casualidade?

 As passagens bíblicas revelam por detrás dos seus símbolos e alegorias verdades universais que não são propriedade de uma religião mas sim da humanidade. Milhares de religiões existiram e outras tantas irão existir. Todas as religiões actuais morrerão da mesma maneira que as antigas morreram e o que fica? O fogo da verdade.

Aqueles que amam os símbolos cairão e morrerão com os símbolos, aqueles que amam o fogo são imortais.

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