"Somos como águias enjauladas; mas mesmo por detrás das grades podemos olhar os céus expansivos e extrair inspiração de uma estrela." Pensamentos para aspirantes- Sri Ram

Tempo

Caríssimos(as)

Um Bem-haja

Outros projectos têm ocupado o meu tempo e esse desvio de atenção tem provocado um certo estado de letargia neste blog.

 Vejo-me aqui a reflectir e reparo que mesmo na simples desculpa anterior podemos encontrar uma grande verdade, uma grande lição ou um grande mistério. A vida de algo existe na medida em que sobre esse algo se exerça uma certa atenção, uma certa consciência.

Ao Tempo dedicam-se estas linhas. Ao passado, ao presente e ao futuro, que poderá ser o nosso, o de uma cidade, o de um país ou do mundo, tanto dá, porque quando se manifesta uma verdade ela se aplica ao todo e não à parte. Eis que nos questionamos se existe algum fio que una todas as contas, ou todos os momentos da nossa história.

Existe uma grande Lei, tudo nasce, atinge o apogeu e morre e do pó se ergue um novo inicio. A linha da história é extensa demais para se ver tanto o início como o seu fim, ilusoriamente é uma recta ao olhos do vulgo, mas adquire a forma real, curva, aos olhos do sábio.


Assim, a serpente, ou Ophis, morde ou engole a própria cauda o Ouroborus, símbolo da ciclicidade do Tempo, do contínuo renascer, da contínua morte. E no símbolo da serpente encontramos a chave do sucesso do caminho, não fosse Ophis (palavra grega que significa serpente) um anagrama de Sophi(a), Sabedoria. Diz o discípulo, eu sou um Filosofo, um amante da sabedoria, aquele que luta para conhecer o caminho, aquele que verdadeiramente caminha.

Cumprimentos Fraternos :.

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