"Somos como águias enjauladas; mas mesmo por detrás das grades podemos olhar os céus expansivos e extrair inspiração de uma estrela." Pensamentos para aspirantes- Sri Ram

A Ciência da Vida

Conferência

Nas instalações da Nova Acrópole Aveiro, dia 24 de Setembro pelas 21h
Por: João Ferro
(Eng. Físico e Formador da Nova Acrópole)
Entrada Gratuita


Será que a vida é uma questão de química, do encontro acidental de certos elementos e da sobrevivência do mais apto para um ambiente particular, o que é chamado de selecção natural?”

Será  que a vida possui uma natureza que em muito transcende o que é visto no visível biológico, com uma inteligência inerente à sua natureza, que organiza e usa o material disponível e, ao assim fazer, manifesta um fragmento da sua potencialidade?"

Sri Ram

Mistérios da Consciência


"Sendo a sensibilidade a própria natureza da consciência, a medida ou grau de sensibilidade é a medida daquilo que existe, isto é, de todas as coisas. O universo está formado de tal modo que o sujeito emana para o objecto, sendo o objecto a coisa a conhecer e o sujeito o conhecedor ou a consciência que conhece; com sorte a capacidade de conhecer está na medida daquilo que terá de ser conhecido. Não podemos decidir quanto pode abarcar a consciência, que profundidade pode alcançar, quanto pode experimentar. A sua incapacidade deve-se em parte ao veículo e em parte às limitações criadas pela sua falta de percepção."

Sri Ram

Mistérios do Amor

Não se tratando de uma confissão de amor, pelo menos aquele amor que o comum dos homens está habituado a sentir e que tão profanamente coloca diariamente nos seus lábios, mas sim de um Amor que só as Almas puras podem expressar no mundo terreno, Viola, personagem do Romance de Sir Edward Bulwer-Lytton, escreve , com Zanoni no seu coração, uma das mais belas confissões que li.


“Dizem-me que és mais belo do que as estátuas de mármore, mais formoso do que todas as formas humanas, mas eu nunca me atrevi a olhar fixamente o teu semblante, para que a minha memória pudesse comparar-te depois com os demais. Lembro-me somente dos teus olhos e do teu afável e tranquilo sorriso. Tudo o que passa no meu coração é misterioso, tão misterioso como misteriosa é a luz da lua quando a contemplo.”

Zanoni
Sir Edward Bulwer-Lytton

Viver o Agora

“Podemos ter um conceito errado do que se entende por acção no presente imediato. Posso fazer algo que seja um mero capricho, proceder pela influência de um impulso momentâneo, ceder facilmente ao que se chama tentação e posso pensar que estou actuando no presente imediato. Há pessoas que chamam a si próprias existencialistas, que vivem no presente desta maneira. Mas essa é a existência que foi condicionada de diferentes modos. O presente imediato, em tal caso, não representa a riqueza da vida, mas somente reacções mecânicas resultantes de uma existência superficial influenciável.


Na realidade, para actuar no presente é preciso possuir uma natureza que seja capaz de tal acção. Cada um deve provocar em si mesmo esta mudança mediante a qual tudo o que se arrasta do passado, com as suas rigidezes, o ciúme de fundo, a acumulação, as impurezas, etc., fique liquidado. Então, a nossa natureza vem a ser como a água pura e cristalina que emana e brilha, e em todo o momento é capaz de actuar com toda a totalidade de si mesma, completamente livre de obstáculos. Nessa acção há percepção, há amor e há beleza.”

Acção no presente imediato
N. Sri Ram

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