"Somos como águias enjauladas; mas mesmo por detrás das grades podemos olhar os céus expansivos e extrair inspiração de uma estrela." Pensamentos para aspirantes- Sri Ram

Os 7 Grandes Princípios Herméticos



I - Princípio do Mentalismo
     "O TODO é MENTE; o Universo é Mental."

II - Princípio da Correspondência
     "O que está em cima é como o que está em baixo, e o que está em baixo é como o que está em cima."

III - Princípio da Vibração
     "Nada está parado; tudo se move; tudo vibra."

IV - Princípio de Polaridade
     "Tudo é Duplo; tudo tem pólos; tudo tem o seu oposto; o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos tocam-se; todas as verdades são meias-verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados."

V - Princípio do Ritmo
     "Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem as suas marés; tudo sobe e desce; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda; o ritmo é a compensação."

VI - Princípio da Causa e Efeito
      "Toda a Causa tem o seu Efeito, todo o Efeito tem a sua Causa; tudo acontece de acordo com a Lei; o Acaso é simplesmente um nome dado a uma Lei não reconhecida; há muitos planos de causalidade, porém nada escapa à Lei."

VII - Princípio do Género
      "O Género está em tudo; tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino; o Género manifesta-se em todos os planos."


O Kybalion

Hipátia

A Não Perder
Conferência / Lançamento do livro:

Hipátia
Na demanda da Alma dos Números


Coimbra 27 de Janeiro
Aveiro 28 de Janeiro
Porto 29 de Janeiro
Lisboa 4 de Fevereiro



" De todas as partes do mundo chegavam jovens para ouvir a sabedoria inspiradora de Hipátia e recuperar a fé na harmonia da Alma do Mundo, na sua perfeição matemática e musical, na justiça inflexível que governa o curso dos acontecimentos, dos quais sofremos os seus efeitos ignorando as suas causas."

Dia 28 de Janeiro, pelas 21H no I.P.J. de Aveiro


com a presença do Autor do livro:
Prof. José Carlos Fernández


Entrada Livre

Escuta



"Não permitas que a tua língua vá mais rápido do que a tua inteligência"


Bias de Priene

Aquário




“Aquarius (Latim) referente à água, aquele que porta a água, o 11º signo do Zodíaco. Na astrologia é um signo pertencente ao elemento Ar, Fixo, Masculino, a principal casa de Saturno, embora algumas vezes dito regido por Urano. Por volta de 1898, o ponto equinocial passou de Peixes para Aquário, iniciando assim um novo ciclo messiânico que suceda o de Peixes - o peixe-homem, associado com Jesus Cristo.

O Deus Sol gnóstico é retratado como um homem coberto de seios, com um peixe na cabeça e um monstro do mar a seus pés, que claramente indica o grupo de três signos - Peixes, Aquário e Capricórnio - e aponta para uma quádrupla divisão do Zodíaco, cada divisão abrangendo três signos; Touro talvez representado pelo touro egípcio Apis, de pé para a tríade de signos que precederam Aquário.

O equivalente a Brahmanico de Aquário, presidido pelo deus do céu Indra, é Kumbha, Subba Row afirma que o seu valor numérico é equivalente a 14, o número que pretende representar os 14 lokas ou chaturdasa-bhuvana (Os mundos espirituais e materiais da existência) (Theos, Nov 1881). Atribuindo os doze filhos de Jacob, no sistema hebraico, os signos do Zodíaco, Ruben é associado a Aquário, que é “instável como a água”, também é associado com Rimom, o deus das tempestades e chuvas (SD 2:353), e equiparado a Ganimedes.

Encyclopedic Theosophical Glossary

Tábua Esmeraldina




Aqueles que procuram por vezes necessitam de um início. Em verdade, algo só se manifesta no caos, quando a vontade origina um ponto, em torno deste, um circulo com o raio de nós mesmos é traçado. Nesse espaço, pela potência da vontade expressa, o caos adquire ordem pelo continuo desdobramento da mesma potência em Amor e Inteligência e assim, esse mesmo espaço, o eterno mar das trevas, adquire o carácter de sagrado e sobre ele Nasce o sol que é Belo.

A todos nós a resposta surge quando deve surgir.


"(1) É verdade, certo e muito verdadeiro:
(2) O que está em baixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está em baixo, para realizar os milagres de uma única coisa.
(3) E assim como todas as coisas vieram do Um, assim todas as coisas são únicas, por adaptação.
(4) O Sol é o pai, a Lua é a mãe, o vento o embalou em seu ventre, a Terra é sua alma;
(5) O Pai de toda Telesma do mundo está nisto.
(6) Seu poder é pleno, se é convertido em Terra.
(7) Separarás a Terra do Fogo, o subtil do denso, suavemente e com grande perícia.
(8) Sobe da terra para o Céu e desce novamente à Terra e recolhe a força das coisas superiores e inferiores.
(9) Desse modo obterás a glória do mundo.
(10) E se afastarão de ti todas as trevas.
(11) Nisso consiste o poder poderoso de todo poder:
Vencerás todas as coisas subtis e penetrarás em tudo o que é sólido.
(12) Assim o mundo foi criado.
(13) Esta é a fonte das admiráveis adaptações aqui indicadas.
(14) Por esta razão fui chamado de Hermes Trismegistos, pois possuo as três partes da filosofia universal.
(15) O que eu disse da Obra Solar é completo.”

Tábua Esmeraldina

Ciclos do Tempo



Tudo tem o seu tempo, ou seja, tudo o que se manifesta um dia irá desaparecer. Esta é uma Lei que qualquer um vive e constata quase diariamente.

A cada segundo que passa deixamos para trás uma marca e essa marca tem o nome de História.
 A questão que coloco é a seguinte, teremos nós a consciência dessa história?

Deixo esta questão em aberto para cada um reflectir sobre ela. Entretanto, dessa reflexão alguns poderão ir de encontro a um facto, a História é uma memória e como memória participa na construção da consciência. Como assim? Simples, um dia nos queimámos, se não guardássemos o registo desse momento, se no momento presente em que estamos diante de uma fogueira, se não estivermos conscientes que o fogo queima, o mais provável que possa acontecer é que nos vamos mesmo queimar. Assim, nós possuímos a nossa História individual que participa na formação do nosso ser, e quanto mais ignorantes formos relativamente a ela, maior os sofrimentos que nos acometerão.

Para as grandes Culturas da Antiguidade, a Humanidade era tida como um único Ser. Cada Homem estava para esse ser como uma célula está para o nosso corpo, uma estrutura de células, por exemplo seria uma cidade, um órgão, por exemplo, uma civilização, etc. Tudo possuindo uma história particular, submergida numa história superior à sua.

Uma célula do nosso pé, possivelmente não terá a consciência de uma célula da nossa mão. Cada uma tem o seu ciclo de vida, cada uma tem a sua história, mas “nós” podemos ter consciência destas duas células simultaneamente. No nosso dia a dia criamos a nossa história e muitas das vezes nem damos conta da história de cada uma das nossas células, mas ela é vital para a nossa história, basta que uma degenere e, pois é, um tumor pode surgir e daí até ao fim da nossa história pessoal, são dias.

Assim como as células, cada um de nós também assume comportamentos que são verdadeiras doenças para o grande ser que é a humanidade e podemos traçar todas as analogias com o corpo físico que possuímos para prevermos o destino que lhe impomos.

“Tudo tem o seu tempo”, assim iniciei este artigo, tudo nasce, atinge um auge e por fim morre e o que veio do pó volta para o pó. Se retirássemos os substantivos que individualizam a manifestação e que a tornam tão diversa e independente aos nossos olhos, tudo o que à nossa vista se depara revelaria uma Lei bem conhecida em várias Tradições filosóficas, denominador comum este que está revelado na primeira frase deste paragrafo, tudo é cíclico, tudo nasce, tudo tem um apogeu, tudo morre e sobre este ciclo um outro toma inicio. Uma célula do nosso corpo morre, cumprindo na plenitude a sua tarefa mas uma outra surge no seu lugar, até ao dia que o nosso corpo físico morre e por aí em diante. Ciclos dentro de ciclos e assim, Cada País tem o seu ciclo, cada continente tem o seu ciclo, cada Raça tem o seu ciclo e toda a Humanidade tem o seu ciclo.

Hoje em dia, temos toda uma tecnologia que os nossos irmãos do passado não possuíam, por outro lado, a Verdade está muito mais esquecida nos nossos tempos que já alguma vez esteve e este conhecimento da ciclicidade dos eventos era bem conhecido na Antiguidade. Não só o conheciam, como conheciam também as várias fases que o compunham. Textos sagrados Hindus, textos de Platão, o Antigo testamento, são alguns dos exemplos que abordam este tema. Platão dizia que tudo atravessa 4 fases na seguinte ordem: uma de Ouro, uma de Prata, uma de Bronze e outra de Ferro. Da fase de Ouro para a fase de Ferro à uma diminuição da espiritualidade para dar lugar à materialidade, até que por fim, de tão material que o manifesto se torna, desintegra-se e sobre as cinzas da morte um novo inicio Áureo começa onde o impuro não tem lugar.

Tal ensinamento surge também no antigo testamento na passagem do Livro de Daniel, a quando do sonho do Rei Nabucodonosor.
 Livro de Daniel Cap. II
“31 Tu, ó rei, estavas vendo, e eis aqui uma grande estátua; essa estátua, que era grande, e cujo esplendor era excelente, estava em pé diante de ti; e a sua vista era terrível.
32 A cabeça daquela estátua era de ouro fino; o seu peito e os seus braços, de prata; o seu ventre e as suas coxas, de cobre;
33 as pernas, de ferro; os seus pés, em parte de ferro e em parte de barro.
34 Estavas vendo isso, quando uma pedra foi cortada, sem mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmiuçou.
35 Então, foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o cobre, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a pragana das eiras no estio, e o vento os levou, e não se achou lugar algum para eles; mas a pedra que feriu a estátua se fez um grande monte e encheu toda a terra.”

Nos Textos Hindus estas fases são conhecidas por Yugas. Etimologicamente, Yuga – Vem do sânscrito e significa Idade; uma idade do mundo. E tal como anteriormente foi escrito, Apontaram 4 Yugas: Satya Yuga, Treta Yuga, Dvapara Yuga e Kali Yuga.

Por exemplo, para a Idade de Ouro, ou Satya Yuga (sânscrito) – Satya (Realidade, Verdade) + Yuga (Idade) é a idade da verdade, pureza, realidade. É a idade em que o eterno é presente e correcto, onde os deveres não são um estorvo e não tornam enfastiado o homem. O esforço não existe, nem a malícia, orgulho, inveja, crueldade, medo, aflição, etc.
Só existe um Deus, uma fórmula, uma regra, um rito.

Dizem estes textos sagrados que a nossa Raça actual, que a grande parte da nossa humanidade iniciou o Kali Yuga, a Idade de Ferro de Platão, também conhecida como idade das trevas há 5 000 anos atrás.
É impressionante como textos escritos à milhares de anos atrás descrevem na perfeição o que acontece nos nossos dias. O Vishnu Purana: (Um dos textos sagrados Hindus) diz o seguinte sobre o Kali Yuga:

“A saúde e a piedade irão diminuir até o mundo se tornar todo depravado. A Propriedade somente irá conferir estatuto; a saúde será a única fonte de devoção; a paixão será o único elo de união entre os sexos; a falsidade será o único meio de sucesso nas litigações; as mulheres serão objecto de mera gratificação sensual…um homem rico será reportado como puro; a desonestidade será o meio universal de subsistência, a fraqueza causa de dependência. A ameaça e a presunção serão o substituto para a aprendizagem; a liberalidade será devotada; roupas finas. O que for mais forte irá reinar. Assim irá a idade de Kali decair constantemente, até que o homem se aproxime da sua aniquilação.”

Que papel deve o Homem desempenhar? Simples, a todo o custo manter viva a chama que faz dele um Homem e não um animal. Manter viva a chama dos ideais superiores, das virtudes e manter viva esta chama não é só saber em teoria mas sim viver estes mesmos ideais, agindo assim, será uma candeia nas trevas.
Este Homem será o berço do Homem novo e esta cultura actual, cada vez mais decadente, será para o Homem novo aquilo que, por exemplo, a cultura Aborígene é para o Homem da cultura dita “actual”, um fóssil a caminho da extinção.

A Vontade que nos guia, o Amor que nos integra e a Inteligência que nos ordena é o que de mais elevado existe em nós e na Humanidade, é a nossa verdadeira essência.

Bravos e Firmes.


Reconhecimento




“Há pessoas que quando encontram um rival afortunado só vêm os seus defeitos, negando-se a reconhecer as suas qualidades. Outras, por sua vez, só vêm, mesmo com dor no coração, as qualidades do seu rival, os méritos com os quais foram vencidos.”

"Anna Karenina"

Leo Tolstoy

Aveiro - Vagueira


Foto de Azoth e Phtah  01/01/2010

Dividido entre a planície e o mar, unido pela beleza deste Portugal, fica a imagem do primeiro por do sol do ano.
Uma tarde bem passada, um cafézinho à beira mar.

Sobre a Beleza da Alma e o verdadeiro Amor




“Adverte, Sancho – respondeu D. Quixote – que há duas formosuras: uma da alma, outra do corpo; a da alma campeia e mostra-se no entendimento, na honestidade, no bom parecer, na liberalidade e na boa criação, e todas estas partes cabem e podem estar num homem feio; e, quando se põe a mira nesta formosura e não na do corpo, o amor irrompe então com um ímpeto e vantagem. Bem vejo, Sancho, que não sou formoso, mas também conheço que não sou disforme; e basta a um homem de bem não ser monstro, para ser querido, contando que tenha os dotes da alma que te disse já.”


“Don Quijote de la Mancha”
Miguel de Cervantes

Alentejo


foto de Azoth e Phtah - 06/01/2010

Diz a canção:
“O Alentejo é lindo quando chega a Primavera…..”
Atrevo-me a dizer que em todas as estações é lindo, mas compreende-se a mensagem que a canção transmite, quando os olhos contemplam as belas paisagens alentejanas no período que tem inicio no Inverno e se prolonga pela Primavera.

Cores e cores uma paleta de tranquilidade, paz e harmonia.

Sê Paciente


- Rosa ao Por do Sol-
Azoth

“Não procures que tudo quanto acontece aconteça como desejas, antes deseja que tudo aconteça como de facto acontece. Desse modo serás feliz.”

“A arte de Viver”
Epicteto

LinkWithin

Blog Widget by LinkWithin